Olá, pessoal. O Coletivo de Apoiadores e Direção do Distrito abriu o debate o PMAQ, recompondo e acreditando que este processo possa constituir mais uma estratégia de intervenção para o Projeto da Norte.
Contamos com a presença fundamental, e sempre construtiva, do Coordenador da Atenção Básica de Campinas, Dr. Roberto Mardem, cujo papel é estimular a implemantação do PMAQ no município. Contribuição importante também do Residente de Medicina Preventiva DMPS-UNICAMP, Pedro Tourinho que assume o papel de incentivar e sensibilizar o debate no nosso Distrito.
De acordo com o Depto de Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde "(...) o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica é um Programa que procura induzir a instituição de processos que ampliem a capacidade (...) das Equipes de Atenção Básica, em ofertarem serviços que assegurem maior acesso e qualidade, de acordo com as necessidades concretas da população.
O Programa busca induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade comparável nacional, regional e localmente de maneira a permitir maior transparência e efetividade das ações governamentais direcionadas à Atenção Básica em Saúde em todo o Brasil.
O PMAQ está organizado em quatro fases que se complementam e que conformam um ciclo continuo de melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica (Adesão e Contratualização; Desenvolvimento; Avaliação Externa; e Recontratualização)". -
http://dab.saude.gov.br/sistemas/Pmaq/Temos entendido que a organização do Distrito Norte deva assumir a singularidade com as categorias conceituais seguintes: Espaço Coletivo das Equipes Locais de Referência; Território e Vigilância em Saúde com Ações Descentralizadas; Intersetorialidade, Gestão-Organização do Apoio Institucional e Gestão dos Serviços da Atenção Básica.
O processo deve considerar que o conjunto de indicadores do PAMQ tem lá o debate que se posiciona entre a lógica estruturalista-ordenadora ao fomento da capacidade de produzir transformações e mudanças no conjunto heterogêneo dos municípios brasileiros.
O próximo passo é a forte pactuação com os Coordenadores e Gerentes dos Serviços da Atenção Básica, na dinâmica e tendência da participação dos Trabalhadores, envolvendo 100% das Equipes de Saúde em todos os Serviços do Distrito Norte, independente da formalização inserida no programa do Ministério da Saúde. Estamos incluindo as novas possibilidades de organização da Equipe Multiprofissional para a inserção de Médicos de acordo com a nova portaria do Ministério.
Enfim, o debate que constitui uma agenda com novas estratégias para o Distrito Norte. Até a VITÓRIA!!!
É isto mesmo ... realizamos um belo debate sobre a organização da Atenção Básica e as perspectivas de se organizar novas estratégias para o fortalecimento do Apoio Institucional e Gestão dos Serviços de Atenção Primária no Distrito de Saúde Norte.
ResponderExcluirAlguns apontamentos foram colocados na lógica de ampliar certos significados para que um PROGRAMA como este possa ser singularizado e caiba no tamanho das capacidades do nosso Coletivo.
Gostaria de marcar a presença atuante da Residência de Medicina Preventiva e Social do DMPS-UNICAMP, que assumira como projeto de intervenção de Pedro Torinho, dando a contribuição para sensibilizar e criar os pactos necessários, incorporando-se à agenda dos Apoiadores Institucionais e Gerentes de Serviços.
Gostaria de destacar que o nosso propósito é fazer a transformação por dentro das inevitáveis reduções que um PROGRAMA com esta magnitude pretende, mas cujo objetivo é dar condições dos coletivos de trabalhadores na Equipes de Saúde em assumir o protagonismo da Gestão do Trabalho em Saúde e da Clínica.
Compreendo que a capacidade de organização do Espaço Coletivo da Equipe de Referência seja essencial, constituindo o tempo e o lugar das mudanças das forma de agir, da possibilidade da construção coletiva multiprofissional e se apropriando de dispositivos de comunicação com os Usuários e com a Gestão dos Serviços.
Penso que os indicadores do PMAQ tem lá as suas reduções quando não aponta com mais radicalidade a indução do sabe-fazer para as práticas de promoção, prevenção e intersetorialidade.
Apostamos num processo de inclusão com uma pactuação-contrato-compromissos dos Apoiadores, NASF, Gerentes e Coordenadores do Serviços do Distrito Norte. Acreditamos e continuamos afirmando que o Trabalhadores seja sujeitos importantíssimos.
Uma agenda vinculada ao debate do PMAQ é a constituição de novas Equipes de Saúde da Família a partir da nova portaria do Ministério da Saúde que estabeleceu novas possibilidades da cadastrar Equipes com Médicos com 20 ou 30 hs, provocando novos arranjos na equipe multiprofissional.
Enfim, o debate aberto e em construção até a VITÓRIA!!!